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A Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovou, na Comissão de Justiça, o projeto de lei que visa proibir a contratação de artistas que fazem apologia ao crime. A proposta, conhecida como “Lei Anti-Oruam”, surgiu após a prisão do rapper Oruam, acusado de abrigar um foragido da Justiça. De autoria do vereador Vile (PL), o projeto busca impedir que dinheiro público seja utilizado para financiar eventos com artistas que tenham vínculos ou promovam conteúdos criminosos.

A medida ainda passará por outras comissões antes de ser votada no plenário. O vereador defende que a proposta não fere a liberdade de expressão, mas garante que recursos públicos sejam destinados a áreas essenciais. A discussão, no entanto, divide opiniões. Enquanto apoiadores argumentam que o setor público deve ter critérios mais rígidos para a contratação de eventos, críticos apontam o risco de censura e da criminalização da arte.

A tramitação do projeto ocorre paralelamente a um debate semelhante em São Paulo, onde a vereadora Amanda Vettorazzo propôs uma legislação com o mesmo objetivo. A repercussão nas redes sociais fortaleceu a pauta e acendeu o debate sobre os limites da gestão cultural financiada pelo Estado.

Caso aprovado, o projeto pode transformar Belo Horizonte na primeira capital brasileira a adotar formalmente a restrição, influenciando outras cidades a seguir o mesmo caminho. O embate entre regulação e liberdade artística promete ser uma das discussões mais intensas do ano no cenário cultural e legislativo do país.

O deputado estadual Alencar da Silveira Jr (PDT) vai apresentar um projeto de lei para proibir a cobrança de pedágio em rodovias que cortam a Região Metropolitana de Belo Horizonte. A proposta é uma resposta ao edital do Governo de Minas que prevê a concessão das rodovias MG-010, MG-424 e LMG-800 e a instalação de 12 praças de pedágio. Segundo o deputado, a tarifa prejudicaria trabalhadores que utilizam diariamente essas vias. O governo, por sua vez, justifica a concessão como uma forma de garantir investimentos na infraestrutura.

Em coletiva de imprensa, o prefeito de Ouro Branco, Sávio Fontes, apresentou projetos para os próximos quatro anos, destacando a importância de eventos culturais e esportivos que deixem legado para a cidade. Fontes também prometeu mudanças administrativas responsáveis e enfatizou a necessidade de diálogo com a comunidade e os servidores públicos.

A cerimônia de diplomação dos eleitos de Itabirito, incluindo prefeito, vice-prefeito e 15 vereadores, ocorreu em 18 de dezembro de 2024, marcando o fim do processo eleitoral. O prefeito eleito, Dr. Elio da Mata, e o vice, Raphael Rondow, receberam seus diplomas, junto aos vereadores escolhidos pela população. Durante a solenidade, o juiz da 133ª Zona Eleitoral, Dr. Antônio Francisco Gonçalves, destacou a rapidez do pleito deste ano. A posse dos eleitos acontecerá no dia 1º de janeiro de 2025. A lista completa dos vereadores e suas propostas também foi divulgada.

O Congresso Nacional aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2025, que prevê um salário mínimo de R$ 1.502 e um déficit fiscal de até R$ 31 bilhões. O texto inclui ajustes importantes nas emendas parlamentares, projeções econômicas otimistas, e desafios fiscais em relação às despesas obrigatórias e previdenciárias. A sanção presidencial ainda é aguardada.

Nos últimos dias tem crescido nas redes sociais brasileiras um movimento que defende a redução da escala de trabalho 6×1, na qual os trabalhadores laboram por seis dias consecutivos e descansam apenas um. Conhecido como Movimento VAT (Vida Além do Trabalho), esse grupo emergiu no TikTok no final do ano passado, atraindo tanto apoiadores entusiasmados quanto críticos fervorosos.

A derrota de Guilherme Boulos em São Paulo marca um ponto crítico para o PSOL, que encerrou as eleições de 2024 sem eleger prefeitos. Este resultado destaca os desafios enfrentados pelo partido na expansão de sua base eleitoral e reforça a necessidade de uma revisão estratégica para ganhar terreno em futuras disputas políticas.

O prefeito reeleito de Ouro Preto, Angelo Oswaldo, apresentou um balanço de sua gestão e os planos para o próximo mandato em uma coletiva de imprensa. Com a base política fortalecida e 12 vereadores reeleitos, o prefeito anunciou um orçamento de R$ 879 milhões para 2025, destacando a reforma do Morro da Forca e o desenvolvimento da educação como prioridades. A vice-prefeita Regina Braga incentivou a maior participação feminina na política local, enquanto Oswaldo agradeceu aos vereadores presentes e celebrou a atuação de sua equipe de campanha.

A rede social X voltou a funcionar no Brasil após autorização do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A plataforma foi bloqueada desde 31 de agosto e o restabelecimento ocorreu após o cumprimento de exigências, incluindo o pagamento de R$ 28,6 milhões em multas, o bloqueio de perfis e a nomeação de um representante legal no país. A empresa celebrou o retorno e reafirmou seu compromisso com a liberdade de expressão dentro dos limites da lei.